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A Mente que a Máquina Não Decifra”: palestra movimentou manhã do último dia do Fórum ANIMES

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O terceiro e último dia do IX Fórum Educacional da Associação Nacional das Instituições Municipais de Ensino Superior (ANIMES) começou na manhã desta quinta-feira, 1º de outubro, na Universidade de Rio Verde (UniRV), com uma provocação sobre o que a inteligência artificial, por mais avançada que seja, ainda não consegue compreender? A resposta foi construída pela palestra “A Mente que a Máquina Não Decifra e os Limites da Inteligência Artificial”, conduzida pelo Dr. Danilo Fabiano Carvalho e Oliveira, Delegado de Polícia do Estado de Goiás desde 2004, mestre em Direito Ambiental e doutor em Direitos Humanos.

Ao longo da palestra, Dr. Danilo palestrante reconheceu a importância crescente da tecnologia e da inteligência artificial como ferramentas para apoiar análises, organizar informações e otimizar processos. Em contrapartida, defendeu que existem aspectos que dependem essencialmente da capacidade humana de compreender comportamentos, contextos e relações.

Para elucidar o tema, foram apresentadas experiências da parceria entre a Polícia Civil e a UniRV, por meio da Faculdade de Psicologia, com participação da psicóloga Divanete dos Santos Goes. A colaboração permite a atuação de acadêmicos supervisionados em projetos e atividades que contribuem para diferentes frentes de trabalho da instituição. Os resultados alcançados com a participação dos estudantes mostram como o olhar humano segue sendo fundamental para a construção de soluções e para a compreensão de situações complexas.

Participando das atividades do projeto, a acadêmica Ana Paula Marcolino, integrou a palestra contando a experiência de auxiliar nos atendimentos. “Comecei nesse projeto a partir de uma bolsa atividade que foi disponibilizada pela própria universidade, no primeiro período, e que me acompanha até os dias de hoje, já no novo período da faculdade. Sempre fui muito interessada por esse contexto, de realmente trazer a psicologia para que ela faça diferença para a vida de tantas pessoas que nós atendemos lá dia após dia.” 

A programação seguiu com o espaço  voltado aos Relatos de Experiências das IES Associadas, com a apresentação do caso da FeMASS. A Faculdade Municipal Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMASS) é um modelo de instituição pública municipal mantida com verba municipal. “A FEMAS têm uma característica muito diferente da grande maioria das faculdades e universidades municipais, que é a não cobrança de mensalidade. Mas é importante também a gente ter em vista como isso dialoga com as vocações econômicas de cada município. A FEMAS consegue desenvolver o que ela desenvolve hoje em razão da vocação econômica do município de Macaé e todo o ecossistema que existe no entorno. Então, talvez o grande ensinamento, o grande aprendizado que a gente tenha com esse case é do quanto que a faculdade e as universidades municipais devem servir aos interesses do município.” comentou,  Edkleisson de Paiva de Sousa, diretor geral. 

A programação seguiu na parte da parte com a palestra sobre IA na gestão universitária, Carta Rio Verde e reunião do Conselho.